Axilas

13 out

Queridos!!!

Faz tanto tempo que nem sei por onde começar…

Fiquei emocionada, por saber que mesmo eu não dando as caras por aqui há mais dois meses, todo mundo continuou acessando o BLOG. Obrigada Galera!! Espero que todos tenham colocado suas leituras em dia, fiz essa pequena pausa justamente pra isso. 😉

Pra recomeçar, vou contar uma história que resgatei hoje dos meus arquivos mais antigos e ri muito por lembrar desse fato que aconteceu há muito tempo, com 2 amigas minhas.

Caia e Tícia moravam em cidades distantes e combinaram de ir para praia num certo final de semana. Mulheres de negócios, sempre ocupadíssimas, tinham uma vida muito corrida.

Na sexta-feira, depois do trabalho, as duas foram direto para praia, pois a noite tinham combinado uma baladinha de rock imperdível.

Como Caia morava mais perto, chegou antes e aproveitou as horas restantes para fazer o seu dia de princesa. Fez banho de creme no cabelo, máscara para o rosto e depilação com seu aparelhinho do roll-on. Depois fez um mega sandubão e ficou pronta esperando Tícia chegar.

Tícia chegou quase meia noite, toda esbaforida, morrendo de fome e louca pra cair na balada. Enquanto Caia preparava um sandubão para ela, Tícia foi se preparar para o banho.

Durante os atos preparatórios para o banho Tícia se deu conta de que tinha esquecido da depilação que tinha marcado para depois do trabalho, onde iria arrancar os pelos das axilas que já estava cultivando por um tempo, só pra poder depilar com cera.

Berrou do banheiro chamando Caia para ela lhe emprestasse uma gilete, mas Caia não tinha.

Caia foi então buscar seu aparelhinho de roll-on.

Para que os leitores do sexo masculino, que não são muito familiarizados com o tema, possam entender cabe explicar que o aparelho de roll-on é um apetrecho elétrico onde você encaixa um “tubo” de cera fria. Ele derrete a cera e você vai passando na pele a ser depilada por meio de um rolo. Depois você cola um papel (próprio para isso) e puxa. Tira a cera, os pelos e algumas vezes a pele também.

Depois de tudo preparado, a cera já quente, Caia se deu conta de que os papeizinhos para arrancar a cera haviam acabado. Tícia entrou em desespero e disse que não ia mais sair. Pois só havia levado para a viagem blusinhas sem mangas e nenhuma delas iam cobrir os seus pêlos axilares.

Caia foi até o quarto, vasculhou, vasculhou e vasculhou e finalmente encontrou uns retalhos de um vestido de festa junina, bem coloridos e teve a brilhante ideia de usar os retalhos no lugar do papel para tirar a cera. Tícia topou.

Certa de que daria conta do trabalho, Tícia pediu para ser deixada sozinha na intimidade de seus pêlos.

Minutos depois estava berrando do banheiro pedindo o socorro da amiga.

Caia chegou la e viu a cena lamentável de Tícia com o braço erguido, as axilas numa cor misturada entre o roxo de hematomas e o azul do pano descolorido que fixou na pele, muita cera ainda grudada e um pedaço do pano que não descolava.

Com muito esforço e muito óleo pós depilatório, conseguiram tirar o pano e boa parte da cera, mas ficaram os roxos, o azul e a maior parte dos pêlos.

Muito inteligentes, mesmo após a tragédia ocorrida com a primeira axila, as duas amigas, em consenso fizeram o mesmo na outra. E é lógico, obtiveram o mesmo resultado: uma axila colorida e cheia pêlos.

Inconformadas, há 1:00 hora da manhã decidiram sair mesmo assim. Combinaram de pegar um taxi e parar na primeira farmácia que tivesse pelo caminho, para comprar uma gilete. A ideia era que Tícia iria se depilar no banheiro da balada, assim que chegasse.

Há 1:00 hora da manhã, obviamente, não encontraram nenhuma farmácia aberta no caminho. E aquelas alturas do campeonato não iriam mais desistir da balada.

Tícia vestida com uma regatinha, com as axilas machucadas, coloridas e peludas,  fez muito sucesso na balada, dançou e beijou um gatíssimo que conheceu naquela noite.

Foi maravilhoso, mas ele não ligou no dia seguinte…

Homenagem de Tícia ao Cristo Redentor - 80 anos de braços abertos

Amigo pra Caracas!!!

30 jul

Oi Pessoal!!

A história de hoje foi “encomendada” por uma maluca que queria ver a publicação numa data especial: 20/07, Dia dos Amigos. Infelizmente projetos paralelos me impediram de cumprir a missão na data correta.

Mas, como na minha opinião todos os dias são dias de amigos… não há melhor data para se contar essa história, senão hoje mesmo.

Aproveitando… agradeço a existência dos MEUS AMIGOS!!! OS MELHORES DO MUNDO!!!! 😀 😀

 

Mévia passava por uma daquelas fases horríveis da vida, não tinha nada, nem ninguém, cheia de problemas, se sentia feia, chata e gorda.

Numa noite de início de semana para arrancá-la do pré-suicídio, seu Amigo a levou para um happy hour num barzinho.

Chegando lá encontraram alguns conhecidos e se sentaram junto a mesa deles.

Mévia, que não estava afim de muito papo com os meros conhecidos, depressiva mas não burra, se sentou em frente a um pequeno Deus Grego, para poder ficar quietinha, admirando a paisagem.

Enquanto isso o Amigo se entretinha conversando com os outros presentes no local.

Mas como tudo estava dando errado na vida de Mévia, logo o Paisagem foi embora e ela foi obrigada a se socializar com o restante do povo.

Quando Mévia já estava quase esboçando os primeiros sorrisos o estabelecimento fechou e todos foram mandados embora do bar.

O Amigo fez que ia pra casa, mas para a surpresa de Mévia, saiu do caminho e se dirigiu para uma rara baladinha que funciona na cidade no início da semana, com banda ao vivo.

Saindo do carro o Amigo faz um desafio a Mévia: “- Quem beijar por último paga a conta!”

Assim que entraram já puderam perceber que no local tinha 90% de homens.

Mas ainda que as probabilidades de êxito estivessem mais favoráveis para Mévia, não seria nada fácil não pagar a conta,  pois o Amigo a havia levado para um lugar de rock pesado e as figuras cabeludas presentes no local, não faziam muito o tipo de Mévia.

Pegaram suas bebidas, o combustível para dar início a missão praticamente impossível para ambos e sairam para fazer o passeio de reconhecimento.

No meio do percurso os Amigos são parados por uma pessoa e quando Mévia olha quem é, se depara com o Paisagem que havia ido embora cedo do happy hour.

O Paisagem e o Amigo ficam conversando e Mévia ficou ao lado tentando estabelecer suas metas.

A banda começou a tocar uma musiquinha mais light e DE REPENTE, assim… DO NADA, o Paisagem puxa Mévia para dançar.

Mévia ainda tentava assimilar os acontecimentos, quando mais de repente ainda, o Paisagem lhe tasca um beijaço.

No fim do beijo, Mévia ainda nos braços da Paisagem, procura o Amigo com os olhos para ter a certeza de que alguém estava testemunhando aquele fato. 

Para se certificar que aquilo realmente aconteceu, pediu um minuto pra Paisagem e foi até o Amigo conferir.

No ápice da sua auto-estima, Mévia puxa o Amigo para um canto e pergunta: “Quanto você pagou pra ele ficar comigo?”

O Amigo jura que na conversa que teve com o Paisagem ele havia perguntado se os dois estavam juntos e pediu “autorização” para beijá-la.

Mas até hoje Mévia prefere acreditar que além da sua conta, o Amigo também pagou para o Paisagem lhe beijar. Pois para ela, ser escolhia pelo gostosão local não é nada comparado a ter um AMIGO que pague para que isso aconteça.

Paisagem: vista da Pedra Bonita - RJ

 

Louco por Carro

10 jul

Solucionados os problemas técnicos, já tenho a visão global da tela do blog!!!

Eeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee…

Pra comemorar e em agradecimento a minha assessoria cyber técnica, totalmente masculina, vou contar hoje a história de um Louco de Todo Gênero.

Caio, em uma só frase poderia ser definido como: “o genro que sua mãe pediu a Deus”. Bonitão, saradão,  inteligente, frequentou as melhores instituições de ensino da cidade e foi educado  por uma tradicional família seguidora das regras de moral e bons costumes.

É homem centrado e emocionalmente estável.

Sua loucura? Seu carro.

Todos os que já passaram por sua vida receberam o mesmo tratamento: sempre impecavelmente limpos e organizados (ao contrário do seu quarto), são cuidados como objetos sagrados e enquanto estiverem sob sua responsabilidade permanecem totalmente CASTOS: nem ele, nem ninguém podem comer dentro deles.

Seus carros jamais passaram por um “drive thru”, nem tampouco conheceram um “drive in”.

Certa noite, Caio estava sem seu carro e saiu usando o carro do pai, que por ser da família, recebe dele o mesmo tratamento doentil.

Deixou o carro num estacionamento onde seria manobrado pelos funcionários locais, a quem deveria confiar a chave  (motivo suficiente para lhe retirar a paz de espírito) e foi pra balada.

Quando retornou, algumas horas depois, pediu seu carro e ao entrar nele, imediatamente notou que o tanque de combustível estava 1/4 mais baixo.

A pessoa boa e educada que habita o corpo dele foi imediatamente abduzida e a que ficou saiu do carro com sangue nos olhos se dirigindo, em tom ameaçador, para o responsável pelo estacionamento:

“-VOCÊS SAIRAM COM MEU CARRO!!!!!!????”

O moço negou, mas as provas eram contundentes.

Caio, pensou em chamar a polícia, mas o frio de 2º C o impediriam de ficar esperando a chegada da polícia àquelas horas da madruada, assim  como também o impediram de tirar as mãos do bolso para poder bater com dignidade no sujeito, apenas lhe deu um chute na canela e foi embora furioso.

Já de volta ao carro ligou o som para ouvir suas músicas relaxantes de hardcore, mas começou a tocar um CD de músicas eletrônicas, o que fez seu ódio aumentar: “não acredito que o IDIOTA DEIXOU ESSE CD DE MERDA no meu carro!!”

Fez uma vistoria dos demais compartimentos do carro, para ver se dava falta de alguma coisa, mas não sabia ao certo o que poderia estar faltando, já que o carro não era seu.

Não sentiu falta de nada, mas num dos consoles encontrou um vidro de lança perfume. Naquele momento, ainda tomado pelo ódio, já não sabia se aquilo era mais um presente do sujeito que gastou 1/4 do seu tanque de combustível, ou, se pertencia ao seu pai, que poderia ter acabado de se iniciar no universo dos entorpecentes, depois de toda uma vida no mundo da legalidade.

Já quase chegando em casa, teve um momento de lucidez, parou o carro no meio da rua e desceu para conferir a placa: estava com o carro errado.

Amigos detonando o carro casto de Caio

Problemas Técnicos

16 jun

Queridos Leitores,

Juro que voltei cheia de vontade de escrever, mas por motivos de ordens técnicas, o LTDG encontra-se temporariamente fora do ar.

Vocês já ouviram falar na obsoletividade programada?

Então… meu pobre notebook está sofrendo desse mal. Vencida garantia do fabricante, “coincidentemente” começaram a surgir diversos problemas nele. E acredito que daqui a poucos dias vou decretar o seu falecimento.

O primeiro problema, que surgiu há quase um ano atrás foi um grande tremilique na tela, cujo conserto foi orçado em mais de R$ 200,00. Segundo o técnico, precisava trocar um tal de “flat”, mas como não entendo nada do assunto, ativei meus contatos de confiança do “universo informático” e descobri que o flat passava muito bem obrigado. E depois de muitos testes, resolvemos o problema numa lojinha de produtos de R$ 1,99, onde comprei um um pacotinho de pregadores de roupa, e com apenas dois deles presos na tela do note e o problema foi imediatamente solucionado. 

Com o passar do tempo foram acrescidos mais pregadores. E hoje, mesmo com meu varal todo desfalcado só consigo visualizar a parte superior da tela. E por este motivo está inviável escrever aqui.

Vejam o estado em que ele se encontra:

E olhem só Pessoal, mais uma coincidência, estou recendo CARTAS do fabricante me informando que já está na hora de eu trocar meu computador. Que feeling!!!

Muito fofos né?! Eles criam um vínculo tão grande com seus consumidores e têm um sexto sentido com poder de sentir os problemas que estamos sofrendo.

Bom, vocês não imaginam o trabalho que estou tendo para escrever aqui, com visão da primeira linha apenas.

Mas o esforço vale o desabafo.

Em breve retorno com força total!

beijos a todos

“C’est la Vie…”

8 jun

Eeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee …

Voltei!!! 😀 😀 😀

Estava com saudades de escrever aqui!

Gente!!! A vida está muito corrida e só me dei conta que não escrevi no blog em maio no último dia do mês. Estava envolvida em alguns projetos (dentre eles projeto Sabrina e projeto profissional “mesa limpa” – ainda não concluídos), que roubaram toda minha insanidade, me transformando numa “nerd-chata-natureba”, sem condições temporais e o desequilíbrio emocional necessário para escrever aqui.

Mas, sou uma mulher de fases, e é claro, essa fase já passou. 😀

Para recomeçar, aí vai uma história que muito me fez rir quando aconteceu:

Tícia adorava pessoas inteligentes e de bom papo, e em razão disso passou a sair com seu colega de profissão com quem adorava jogar conversa fora.

Além de linda e inteligente, Tícia era uma mulher muito atraente e o Colega acabou se interessando por ela com outros animus .

Mesmo sendo uma boa possibilidade, já que os dois tinham muita afinidade e gostavam da companhia um do outro, os sinos não tocaram nos ouvidos de Tícia. E  como ela era movida exclusivamente a paixão, a possibilidade de um romance entre eles já estava sumariamente descartada.

Tícia não queria dar falsas esperanças ao Colega, mas gostava de sua boa companhia e das conversas divertidas e agradáveis que sempre tiveram.

Continuaram saindo por um tempo, só que Tícia sempre quis deixar claro que não se tratavam de encontros românticos.

Certo dia, em comemoração a um êxito profissional de início de carreira, que obteve com a ajuda do seu Colega,  Tícia convido-o para um jantar.

Ele passou para pegá-la e levou-a a restaurante que ficava num lugar “de pouco glamour” da cidade, próximo ao Passeio Público, que Tícia nem sabia que existia.

O Colega embora uma pessoa simples, era um homem sofisticado e de hábitos requintados. E Tícia, embora muito elegante, era pobre na acepção social e econômica do termo. Não conhecia os restaurantes badalados da cidade e não fazia a menor idéia do lugar onde estava jantando. 

Pediram um prato da casa e tomaram um vinho.

Quando o garçom trouxe a conta, Tícia imediatamente passou a mão na comanda, olhou imponente para o garçom e para o Colega e disse:

“- Hoje: é por minha conta!”

Quando Tícia viu a centena que se apresentava naquele papelzinho do restaurante que naquele momento descobriu que se chamava Ile de France (o restaurante Francês mais famoso de Curitiba), ficou calculando mentalmente o quanto tinha que pedir de aumento do limite do cartão de crédito da sua conta, que ainda era universitária, para que pudesse pagar aquela pequena fortuna.

Depois dos cinco minutos de constrangimento em que Tícia permanecia imóvel olhando o papel e o garçom esperava algum movimento, o cavalheiro, para quebrar o silêncio, iniciou um pequeno discurso:

“- Imagine Tícia, fui eu que escolhi o lugar. Outro dia você paga.”

Imediatamente Tícia saiu do seu estado letárgico, passando a bomba (a conta) para o Colega, dizendo simplesmente:

“- Tá bom!” 

O Sogro Tarado

27 abr

Mévia, uma requintada dama da capital, teve de mudar para a longínqua e tediosa cidade do interior, Mevialândia, quando seu marido Tício da Silva Filho, foi transferido para lá a trabalho.

Como não tinha muitas opções de laser, Mévia passava boa parte de suas horas vagas navegando na internet e folheando revistas.

Em razão de seu atual passatempo, a nova função social de Mévia passou a ser mandar comentários para revistas, nos espaços destinados a opinião do leitor.

Um dia após ver todas as suas revistas femininas, Mévia começou a folhear uma Playboy que achou pela casa. Achou a mulher da capa muito feia, e cumprindo o seu novo dever social, foi imediatamente manifestar sua opinião de leitora para a revista.

Entrou site da revista e escreveu que achava um absurdo colocarem uma mulher tão feia na capa.

Depois de manifestar essa opinião tão masculina (alguém já viu algum homem se preocupar com a beleza da mulher que colocam peladona na revista?)… decidiu que não podia assinar seu nome, afinal a revista é voltada para homens e a opinião de uma mulher podia não ser levada tão a sério.

Resolveu então assinar o nome do seu marido: TÍCIO DA SILVA, morador da capital (ela adorava se esquecer que morava em Mevialândia e não mais na capital).

No mês seguinte, ela e o marido no aeroporto, vôo atrasado, ela vai para resvistaria, compra várias revistas de mulheres para ela e uma Playboy para ele.

Sentam para tomar café e ler suas novas aquisições. Ela imediatamente se concentra em uma matéria qualquer dessas sobre como apimentar a relação, enquanto ele folheia despretenciosamente a sua Playboy.

Num certo momento, ele vê algo na revista que o deixa chocado. Segura firme o braço dela e começa a gaguejar:

“- Meu Deus! Meu pai virou um velho tarado!!!!  Olha o comentário que ele mandou para a revista!”

Mévia que nunca tinha tido nenhuma de suas opiniões publicadas nas revistas femininas para as quais escrevia, viu publicado o comentário que fez para a Playboy e assinou o nome de seu marido esquecendo que era o mesmo do seu sogro: TÍCIO DA SILVA, um senhor distinto, bem conhecido, e até aquele momento, muito respeitado na Capital. 

 

 

Pedra-pome

26 abr

Gente,

Esse “causo” veio do meu salão.

Estava euzinha fazendo minha mão, fofocando com mulherada do mesmo horário e vendo as últimas novidades das revistas femininas semanais, eis que me deparo com a notícia de que a última moda do mundo da cirurgia plástica nos EUA, na Europa e também no Brasil é a HIMENOPLASTIA.

Sim!!!! A cirurgia para reconstituição do hímen. 

Ao ler essa notícia, não consegui deixar de pensar naquelas anti-amélias se revirando em seus túmulos, por terem disperdiçado seus bons conjuntos de lingeries carézimos queimando seus sutiãs pelo direito a igualdade de mulheres que hoje, ao invés de usufriar da sua liberdade, escolhem se submeter à cirurgia para reconstituir o hímen.

Tenho certeza que as queimadoras de sutiãs, pensavam que as gerações de mulheres depois delas, já iam nascer evoluídas, sem os cisos, os dedinhos dos pés e sem o hímen.

E agora, em pleno século XXI surge esse retrocesso histórico.

Mas, como diria Gabi: “cada um com seu cada um“… se existe é porque tem gente que procura, precisa, acha útil… enfim!!! …

Comentando sobre isso com minhas colegas de salão, fiquei sabendo que existem outras técnicas de “revirginamento” que não reconstituem o hímen, mas que produzem o mesmo efeito buscado na cirurgia.

E eu que havia me surpreendido com a introdução do sonrisal na área de lazer feminina (Não se Automedique – clique aqui) descobri que são colocadas muito mais coisas no local, do que nossa mente limitada consegue imaginar.

Uma certa Caia, cliente do salão, tinha um namorado que morava em outra cidade, e quando ele vinha para cá para os encontros nupciais, Caia se introduzia pedra-pome.

A minha pergunta, em estado de choque (que deve ser a mesma de vocês):

“- AQUELA PEDRA DE LIXAR O PÉ???”

Simmmm!!!! Mas é que ela existe também em pó.

“- Ahhhhhhh” (ainda em estado de choque)

O procedimento de Caia é colocar o pó de pedra-pome, em sua “pequena caia” (se bem que tecnicamente deve ser mais preciso chamar de “grande caia”) para que ela se contraia e fique bem apertada.

… momento de silêncio para que todos reflitam e assimilem a informação…

… continuando…

Em um certo final de semana, o namorado de Caia avisou de última hora que estava vindo, Caia desprovida de sua poção mágica, foi comprar mais, mas não encontrou a marca que estava habituada. Levou outra marca e algumas horinhas antes de seu Baby chegar “introduziu-se” o produto.

Mas para seu desespero, o produto de marca nova, causou-lhe uma certa reação e ao contrário do resultado esperado, a caiazinha contraída de Caia, ficou toda machucada e totalmente interditada.

Quando o namorado chegou cheio de amor e más intenções, Caia teve que revelar o seu grande segredo, pois o gato, que tinha vindo de última hora, achou que tinha pego Caia de surpresa recém interditada pelo Ricardão.

– Nota da Autora: em pesquisa sobre o tema, descobri que o pó de pedra-pome é um ótimo tira manchas para roupas, pode ser comprada em farmácias ou em casas de produtos de limpeza.

– Nota 2: A pedra-pome (em pedra mesmo) pode ser usada, inclusive, para tirar manchas de henê da pele. Usa-se da seguinte forma: ensaboa o local manchado com sabonete, depois passa a pedra-pome (como se fosse sabonete também), no mesmo local, até sair a mancha. (opinião pessoal da Autora: acho que deve sair a mancha e a pele)

– Nota 3: Pessoas entendidas no assunto, informam que para o efeito revirginador, pode-se usar também “banana marra-guela” (aquela banana verde marrenta). Receita: é só introduzir o fruto no local, quando a banana ficar naquele ponto de se colocar farinha láctea, é porque já atingiu o efeito desejado.

– Nota 4: A AUTORA NÃO SE RESPONSABILIZA PELA UTILIZAÇÃO DAS “RECEITAS” ACIMA EXPOSTAS