Arquivo | junho, 2011

Problemas Técnicos

16 jun

Queridos Leitores,

Juro que voltei cheia de vontade de escrever, mas por motivos de ordens técnicas, o LTDG encontra-se temporariamente fora do ar.

Vocês já ouviram falar na obsoletividade programada?

Então… meu pobre notebook está sofrendo desse mal. Vencida garantia do fabricante, “coincidentemente” começaram a surgir diversos problemas nele. E acredito que daqui a poucos dias vou decretar o seu falecimento.

O primeiro problema, que surgiu há quase um ano atrás foi um grande tremilique na tela, cujo conserto foi orçado em mais de R$ 200,00. Segundo o técnico, precisava trocar um tal de “flat”, mas como não entendo nada do assunto, ativei meus contatos de confiança do “universo informático” e descobri que o flat passava muito bem obrigado. E depois de muitos testes, resolvemos o problema numa lojinha de produtos de R$ 1,99, onde comprei um um pacotinho de pregadores de roupa, e com apenas dois deles presos na tela do note e o problema foi imediatamente solucionado. 

Com o passar do tempo foram acrescidos mais pregadores. E hoje, mesmo com meu varal todo desfalcado só consigo visualizar a parte superior da tela. E por este motivo está inviável escrever aqui.

Vejam o estado em que ele se encontra:

E olhem só Pessoal, mais uma coincidência, estou recendo CARTAS do fabricante me informando que já está na hora de eu trocar meu computador. Que feeling!!!

Muito fofos né?! Eles criam um vínculo tão grande com seus consumidores e têm um sexto sentido com poder de sentir os problemas que estamos sofrendo.

Bom, vocês não imaginam o trabalho que estou tendo para escrever aqui, com visão da primeira linha apenas.

Mas o esforço vale o desabafo.

Em breve retorno com força total!

beijos a todos

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“C’est la Vie…”

8 jun

Eeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee …

Voltei!!! 😀 😀 😀

Estava com saudades de escrever aqui!

Gente!!! A vida está muito corrida e só me dei conta que não escrevi no blog em maio no último dia do mês. Estava envolvida em alguns projetos (dentre eles projeto Sabrina e projeto profissional “mesa limpa” – ainda não concluídos), que roubaram toda minha insanidade, me transformando numa “nerd-chata-natureba”, sem condições temporais e o desequilíbrio emocional necessário para escrever aqui.

Mas, sou uma mulher de fases, e é claro, essa fase já passou. 😀

Para recomeçar, aí vai uma história que muito me fez rir quando aconteceu:

Tícia adorava pessoas inteligentes e de bom papo, e em razão disso passou a sair com seu colega de profissão com quem adorava jogar conversa fora.

Além de linda e inteligente, Tícia era uma mulher muito atraente e o Colega acabou se interessando por ela com outros animus .

Mesmo sendo uma boa possibilidade, já que os dois tinham muita afinidade e gostavam da companhia um do outro, os sinos não tocaram nos ouvidos de Tícia. E  como ela era movida exclusivamente a paixão, a possibilidade de um romance entre eles já estava sumariamente descartada.

Tícia não queria dar falsas esperanças ao Colega, mas gostava de sua boa companhia e das conversas divertidas e agradáveis que sempre tiveram.

Continuaram saindo por um tempo, só que Tícia sempre quis deixar claro que não se tratavam de encontros românticos.

Certo dia, em comemoração a um êxito profissional de início de carreira, que obteve com a ajuda do seu Colega,  Tícia convido-o para um jantar.

Ele passou para pegá-la e levou-a a restaurante que ficava num lugar “de pouco glamour” da cidade, próximo ao Passeio Público, que Tícia nem sabia que existia.

O Colega embora uma pessoa simples, era um homem sofisticado e de hábitos requintados. E Tícia, embora muito elegante, era pobre na acepção social e econômica do termo. Não conhecia os restaurantes badalados da cidade e não fazia a menor idéia do lugar onde estava jantando. 

Pediram um prato da casa e tomaram um vinho.

Quando o garçom trouxe a conta, Tícia imediatamente passou a mão na comanda, olhou imponente para o garçom e para o Colega e disse:

“- Hoje: é por minha conta!”

Quando Tícia viu a centena que se apresentava naquele papelzinho do restaurante que naquele momento descobriu que se chamava Ile de France (o restaurante Francês mais famoso de Curitiba), ficou calculando mentalmente o quanto tinha que pedir de aumento do limite do cartão de crédito da sua conta, que ainda era universitária, para que pudesse pagar aquela pequena fortuna.

Depois dos cinco minutos de constrangimento em que Tícia permanecia imóvel olhando o papel e o garçom esperava algum movimento, o cavalheiro, para quebrar o silêncio, iniciou um pequeno discurso:

“- Imagine Tícia, fui eu que escolhi o lugar. Outro dia você paga.”

Imediatamente Tícia saiu do seu estado letárgico, passando a bomba (a conta) para o Colega, dizendo simplesmente:

“- Tá bom!”