Arquivo | fevereiro, 2011

A Vingança da Curitibana

24 fev

Falando em Rio… comparando-se com Curitiba, são cidades pertencentes a mundos diferentes.

Caia, uma tradicional Curitibana de nascença, se aventurando pela noite do Rio, se deparou com a seguinte situação:

Chegando na balada já foi abordada por um certo carioca. Não acostumada com abordagens de estranhos, como toda boa Curitiba se limitou a olhá-lo com desdém.

O Carioca insiste, continua sendo ignorado, mas depois volta com força total.

Na terceira tentativa, o Carioca já deixou de ser um estranho e Caia se permite trocar 2 frases com ele.

Como a falta de homem é um problema universal que atinge mulheres de todos os mundos, Caia, não podia negar aquela pequena oferta que a vida estava lhe dando. Por isso além de falar com o estranho, deixou que ele a beijasse.

Passados 15 minutos de beijos o sujeito faz o tradicional convite: “Vamos para outro lugar?”

Caia sequer responde. E continua beijando.

Passadas 2 horas de beijos e conversa com o Carioca, Caia ouve a seguinte pérola: “Sabia que nunca fiquei tanto tempo com uma mulher?”

Caia olhou em seu relógio para ter certeza se de fato faziam apenas 2 horas que estava ali com o sujeito e realmente fazia. Só para confirmar perguntou pra ele se era pra levar aquilo como um elogio, mas não esperou a resposta. Aproveitando o que de melhor ele podia oferecer, continou beijando para evitar que ele falasse novamente.

Por um pequeno descuido, acabou, sem querer, concedendo a ele novamente a palavra:

“- Nossa!!! As Curitibanas são tão simpáticas!”

Caia riu, certamente pela primeira vez até aquele momento e disse: “- Não! Não são!”

E ele: “- São sim! Fui pra lá a poucos dias e fiquei com um monte de meninas na Woods.”

Caia insistindo no diálogo perguntou: “- Um monte quantas? Duas? Quatro?”

E o Carioca todo humilde: “ahhhh muuuiiito mais de quatro!”

Caia já pensando em se livrar do sujeito foi tentando avistar suas amigas, mas como estava bozinha naquela noite, ainda ficou o tempo suficiente para ouvir a última pérola da noite:

“- Olha só, eu já passei da fase de pegar não mão e ficar dando beijinhos, vamos embora daqui?”

Caia extramente educada dá os tradicionais dois beijinhos no rosto dele e fala: “- Tchau, vai!” E sai.

Assim que saiu do ambiente em que estava, Caia foi abordada pro outro nativo (receptividade carioca é tudo!) que perguntou: “– Cadê o cara que estava com você?”

Movida pelo instinto de vingança, se desfazendo de todos os hábitos curitibanos, foi extremamente simpática com o novo pretendente e respondeu: “Não sei. E nem quero saber… deve estar por ai” Estratégicamente sorriu e se deixou ser beijada.

Passada pouco mais de meia música (uns 3 minutos e meio), chega o Seachão que veio atrás de Caia.

Assustado ao ver Caia com o outro, puxa ela pelo braço e pergunta: “- Você já está com outro?????”

E ela:“- Você aiiiiinda não foi embora???? Vaiiiii, eu já te dei tchau!”

Ela volta a beijar o outro e ouve de longe a voz do Seachão: “- Essa foi a maior grosseria que já ouvi.”

Caia sorri internamente, nos braços do outro, e entende porque ela foi a mulher que passou mais tempo com ele.

Até hoje aguarda sua medalha pelo récorde.

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Dano moral pela perda de uma chance

23 fev

Gente,

Em homenagem a fevereiro, tradicional mes do carnaval, exceto esse ano, que vai ser em março (o mês mais lindo do ano, aliás…), vou contar a trágica noite de carnaval de Tícia…

Rio de Janeiro, cidade conhecida por seu rigoroso moralismo no período carnavalesco, foi o palco dos fatos.

As amigas Caia, Tícia e Mévia, incansáveis foliãs, foram curtir uma das noite de carnaval num tradicional estabelecimento da cidade.

Caia, a mais romantica das 3, nas primeiras horas da balada, já encontrou o homem de sua vida daquela noite. Enquanto isso suas amigas Tícia e Mévia eram abordadas por uma dupla de fuzileiros navais.

Ao contrário de muitas mulheres que estariam dando um grande VIVA! à Marinha do Brasil, Tícia e Mévia sofriam de milicofobia.

Mas os dois “marinheiros”, treinados para operações especiais, não se deram por vencidos e utilizaram todo seu treinamento tático para missões de alto risco e conseguiram desarmar a guarda das Meninas.

Elas, em respeito a Pátria Amada, representada naquele momento pelos dois corpos esculturais, como que uma obrigação de cidadãs, deixaram-se seduzir pelos Gatos.

Todos felizes, os 3 casais sairam do fervo e foram para um lugar mais reservado, onde taticamente estavam muitos outros casais.

Romance e pegação total no ambiente, até que Tícia resolve ir ao banheiro.

Seu Fuzileiro, muito educadamente, a acompanha até a porta.  Tícia entra e quando o Fuzileiro percebe que Tícia está sozinha no banheiro coletivo, esqueceu bons modos do treinamento militar e como um verdadeiro selvagem, tem a brilhante idéia de entrar atrás dela.

Muito mais rápido que ele, o Segurança, que estava alerta, percebeu a movimentação e foi logo em seguida atrás deles acabar com a festa, que sequer tinha começado.

Os dois se trancam numa das cabines do banheiro, o Fuzileiro fica em pé em cima do vaso sanitário (para que o segurança não visse seus pés) e Tícia saltitando de um lado para o outro na pequena cabide, morrendo de vontade de fazer xixi. Enquanto o Segurança batia na porta, berrando:

“Abre a portaaaaaaa!”

E Tícia: “Não! Eu tô fazendo xixi! Sai daqui!”

Passados 20 minutos, repetindo-se o mesmo diálogo o Segurança inova falando: “Abre, eu sei que tem um homem aí com você!”

Tícia, que não mais se aguentava de tanta vontade de fazer xixi, abre a porta e entrega seu companheiro para o inimigo.

O Fuzileiro sai do banheiro conduzido por aquele e vários outros seguranças que foram chamados através do rádio.

Tícia faz xixi e depois fica esperando a morte chegar, para não precisar sair mais do banheiro.

A morte não chegou, mas os seguranças sim e a retiraram do banheiro. 

Juntaram ela ao Fuzileiro e depois desfilaram com eles sob a escolta de uns 5 seguranças por praticamente todo o estabelecimento.

Ao mesmo tempo, por onde iam passando, os Seguranças iam expulsando todos os outros casais que estavam no recinto, fazendo todos “circularem”, incluindo Caia e Mévia com seus respectivos, que estavam sem entender o que estava acontecendo. E foram seguindo o casal.

No meio do trajeto, tentaram levar o Fuzieliro para os fundos do bar onde certamentamente o devolveriam espancado. Mas Tícia grudou nele de tal maneira que os Seguranças não teriam como bater nele, sem bater nela também.

Para evitar uma “Maria da Penha” optaram por simplesmente conduzir o casal pecador, para o caixa do estabelecimento, onde após pagarem suas comandas, tiveram seus documentos temporariamente retidos para que lhe fosse aplicada a penalidade mais severa, que é inclusive vedada pelo direito brasileiro: banimento. Anotaram seus nomes, documentos, tiraram cópia de suas fotos e enquanto o estabelecimento “viver” o casal não pode mais frenquentar o local. Certamente deve haver um cartaz na porta do local vedando a entrada dos pecadores.

Tícia, até hoje sofre de milicofobia, mas após ter conseguido a façanha de ser expulsa de uma boate no Rio de Janeiro em pleno carnaval, por tentativa de prática de atos libidinosos, pensa em processar o estabelecimento pela perda da chance de ter realmente praticado os atos pelo qual foi injustamente penalizada.

… mais Sonrisal

17 fev

Como prometido… VOLTEEEEEIIIIIIIIIIII!!

As últimas semanas foram atribuladas e não pude exercer plenamente meu ócio criativo.

Fiquei comovida com as solicitações verbais, por e-mails e por comentários, para que eu deixasse de ser folgada e voltasse a escrever…

Obrigada pelo carinho e pela compreensão, meus leitores Amados!

Bom, não é falta de assunto não, mas a receitinha do sonrisal deu muito o que falar. Então, não posso deixar de relatar como ocorreram os fatos que geraram o post de Utilidade Pública nº 01 (clique aqui):

Caio, que muito me honra de ser um leitor assíduo do blog, é namorido de Mévia.

Casal apaixonado estavam programando um jantarzinho romântico, com um bom vinho, para curtir o verão friorento curitibano.

Separaram os ingredientes do jantar pela manhã e constataram que não tinham o abridor de vinhos (é juntaram os trapinhos recentemente).

Mévia que sai do trabalho mais cedo, antes de ir pra casa, passou no mercado para comprar o que estava faltando e ligou para Caio para saber se tinham esquecido mais alguma coisa.

Caio lembrou do abridor de vinho e como a noite prometia, e ele tinha recém lido a receitinha do efervescente no post do dia 23/01 (clique aqui) pediu: “Ah! Compra um Sonrisal pra mim?”

Mévia, preocupada perguntou: “Por que? Você não está bem?”

Caio, cheio de más intenções respondeu: “É tô meio ruim do estômago.”

Mévia: “Mas você vai querer tomar vinho mesmo assim?”

Caio, que mente muito mal: “É… é… é… … vou sim!”

Terminado o jantar, o vinho… Caio, mais comedido que o Maridão Redoxon, cortou 1/4 de Sonrisal e foi para o pré-aquecimento fazer uma surpresinha para Mévia.

Sem que Mévia soubesse, inseriu nela o 1/4 do Sonrisal e antes de reiniciar “as vias de fato” Mévia começou a sentir uma coisa estranha:

“Ai! Tem uma coisa esquisita me queimando!”

Caio contou que tinha feito nela uma pequena auto-medicação e antes de explicar de onde veio a brilhante idéia, muito bem instruido, avisou que ela não poderia usar água no local, pois os danos poderiam ser maiores.

Enquanto Mévia saiu correndo para se livrar da medicação, Caio me manda o famoso torpedo: “Automedicação não é legal!”

 

Satisfações…

13 fev

Queridos leitores,

Não me abandonem!

Sei que estou em falta com o blog, mas a falta de atualização é temporária.

Ainda tem muita loucura para ser contata, mas estou temporariamente sem tempo para escrever com a mesma dedicação de sempre.

Nessa semana mesmo eu volto a postar!

Aguardem!

beijos

Utilidade Pública nº 01

3 fev

Atenção Pessoal!!

O post “Não se Automedique!” de 23/01 (clique aqui), causou uma euforia enorme em nossos leitore que sairam correndo rumo às farmácias mais próximas, para comprar efervescentes.

Na madrugada de ontem, recebi um SMS de um leitor do blog com o seguinte conteúdo:

“Automedicação não é legal!”

Passado o ódio mortal de saber que tinha alguém que estava fazendo uso “lúdico” dos efervescentes, enquanto eu, ainda convalescida, lutava para respirar e dormir ao mesmo tempo, sem nenhuma medicação, no dia seguinte, em horário comercial, fui investigar melhor as informações.

Pelo que fui informada parece que até mesmo 1/4 de Sonrisal pode causar problemas. A “Conjuja” do nosso leitor, me informou que ficou toda ardida. Chegamos a conclusão que pode ser que o medicamento tenha causado alguma espécie de alergia.

Portanto, LOUCAS DE TODOS OS GÊNEROS ADVERTE: antes de utilizar as dicas de Tícia e o Maridão e do autor do livro 365 Maneiras de Enlouquecer Juntos na Cama, é melhor procurar um médico e fazer testes de alergia e afins, ou pedir uma medicação mais leve, para o corpo ir se adaptando ;).

Agradeço ao leitor pela informação, creio eu, quase em tempo real…

Cadê o Pinto?

2 fev

Ainda falando em pinto… essa, fofíssima, me foi trazida pelo instituto da delação. Não conheço as partes, mas adorei!

Tia Mévia, foi visitar a irmã que tem dois amáveis filhinhos, que na época tinham 4 e 6 anos de idade.

Estavam numa grande confraternização familiar, na presença de irmãos, cunhados, avô, avó e os sobrinhos, é claro.

Tia Mévia, de calça de moletom, se abaixa em posição de joelhos esticados e corpo curvado, quando sobrinho de 4 anos vem por trás e abaixa sua calça na frente de todos.

Não bastasse ter sua grande poupança branca ter ficado a amostra de todos os familiares, o sobrinho começa a gritar pela casa:

“- Tia Mévia não tem pinto! Tia Mévia não tem pinto!”

Dor no maxilar…

1 fev

Gente,

Todo mundo que teve oportunidade de ficar comigo por mais de 10 minutos já percebeu o quanto eu sou capaz de falar. Mas quase ninguém sabe que existe um momento sagrado em minha vida que eu odeiooooo00 conversar, que é quando estou nadando.

É com muito sacrifício que eu vou lá cumprir com minhas  obrigações “esportísticas” e quanto mais rápido tudo acontecer, pra mim melhor. Por isso entro rápido (quase sempre atrasada) e saio rápido. Não conheço muito bem o pessoal da academia.

Mas como no final do ano cumpri a meta de atravessar o canal da mancha**, nadar a distância equivalente (33 km), no período de 13 dias, embora sem muitos amigos, fui na confraternização de final de ano (**sei que já contei aqui, mas como desconfio que esse feito não vá se repetir muitas vezes, vou recontar quantas vezes eu puder :), não reclamem!!!).

Chegou um momento do  jantar em que fiquei na mesa só com mulheres. Eram umas 6 mulheres, de idade de 25 à 50 mais ou menos, acho que nenhuma delas muito íntima uma da outra.

Mas, como sempre, quando se juntam muitas mulheres, o assunto do momento foi HOMENS! E logo se passou pra fase avançada da conversa feminina: tamanho de pinto.

Mévia, uma das presentes, nos relata que seu ex-namorado dela tinha um pinto enormeeeeeee…

Uma delas, querendo saber mais detalhes, pergunta: “– Mas enorme quanto?”

E Mévia, muito didática, abre bem a boca e explica o tamanho: “ahhh doia o maxilar!”