Arquivo | janeiro, 2011

A verdadeira função do Porteiro

31 jan

Oi Pessoal!

Espero que não tenham me abandonado por causa do meu sumiço…

Tive alguns problemas técnicos essa semana que me impediram de escrever aqui. Acho que a retomada por completo das minhas atividades laborais (fim de férias) me fizeram mal para saúde e acabei ficando doentinha.

Bom, não sei bem explicar o que eu tive, ainda estou meio ruim, mas acho que vou sobreviver. Os sintomas são de gripe (febre e mal estar), e devido aos remédios que tomei fiquei meio ruim do estômago.

O manual da automedicação indicava que eu deveria comprar vitamina C e um efervescente qualquer para o estômago. Mas fiquei meio constrangida de utilizar essa preciosa medicação para outros fins que não os expostos no post anterior, e estou até agora esperando a doença acabar, sem nenhuma medicação.

Hoje está acabando o mês de janeiro e  no dia 5/02 vamos completar 3 meses de blog, com mais de 3000 acessos!!! uhuuuuuuuuuuuuuuu.

Para comemorar, criei um e-mail para quem se sente uma Caia, Tícia ou Mévia mandar suas histórias para contarmos aqui, o email é: caiaticiamevia@hotmail.com 

Por fim, para finalizar o mês, estou devendo essa para uma LDTG (Louca de Todo Gênero):

Caia e Tícia, duas amigas lindas, moram sozinhas, são mulheres modernas, cultas, sem “pré-conceitos”, donas de suas próprias vidas, financeiramente e sexualmente independentes. Apesar de personalidades muito diferentes descobriram que têm em comum, como limite moral, a mesma pessoa, o PORTEIRO.

Tícia conheceu um Gato  na balada e estava contando para Caia sua aventura:

“- Foi bem bacana, ele me levou pra casa e ficamos no maior amasso no carro!”

E Caia: “- E aí ele subiu?”

Tícia: “- Não!!! Ele até queria, mas eu disse que não. Imagine!! Meu porteiro é evangélico, eu nunca vou levar um homem para subir na minha casa durante o turno dele… o que ele vai pensar de mim?”

Caia não conseguia parar de rir e disse: “- Boa desculpa Tícia!”

E Tícia: “- Não é desculpa, eu to falando sério!”

Caia ficou indignada, mas Tícia a lembrou do seguinte fato:

Num final de semana, mais ou menos as 10 horas da manhã, Tícia recebeu uma ligação de Caia, dizendo que estava passando na casa dela para buscá-la. E era pra ela descer.

Tícia sem saber ao certo do que se tratava, ainda meio dormindo trocou de roupa e desceu para esperar Caia.

Ao entrar no carro, Caia explicou:

“- É que eu dormi fora, com o meu Gatinho. E quero que você suba comigo, para o porteiro achar que dormi na sua casa.”

 

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Não se Automedique!!

23 jan

A história de hoje mais do que um simples relato de um episódio da vida de uma louca, traz uma importante dica para os leitores:

Tícia e seu Maridão, superaram tranquilamente a grande crise dos 7 anos** e mantém o casamento feliz, de mais de 10 anos, com muita criatividade,  amor e sexo.

Como isso?

Bom, o livro de cabeceira dela é: “203 Maneiras de Enlouquecer um Homem na Cama”; e o dele: “177 Maneiras de Enlouquecer uma Mulher na Cama”.

E ainda depois das 308 enlouquecidas alternadas, resolveram unir esforços no livro: “365 Maneiras de Enlouquecer Juntos na Cama.”

Nas primeiras lições, nenhuma novidade para eles:

“-  Isso já fizemos.”

“- Isso também.”

“Também…”

E assim foi seguindo a leitura até que mais ou menos na lição 74, finalmente encontraram algo que ainda não haviam experimentado.

Tudo parecia muito simples, a matéria prima necessária era apenas um Sonrisal, que após as preliminares deveria ser introduzido na “Pequena Tícia” para EFERVESCER durante a relação.

Crianças já dormindo, farmácia ainda aberta, o Maridão não perdeu tempo e foi comprar o remedinho indicado na receita.

Chegou na farmácia, pensando na efervescencia, resolveu trocar a receita e levou um tubo de REDOXON sabor laranja.

Empolgadíssimos, iniciaram os trabalhos pela preliminar, que consistiu apenas em partir uma pastilha de Redoxon em 8 pedaços e introduzir o seu 1/8.  E realmente o resultado foi muito bom! Os dois aprovaram.

Partiram então para o segundo round.

Pensamento do Maridão: “se 1/8 é muito bom, uma pastilha de inteira de  REDOXON, vai ser 8 vezes melhor.”  Não teve dúvidas, na segunda partida colocou a pastilha inteira.

Reiniciados os trabalhos e o efervescimento começou com uma intensidade tão forte que começou a machucar Tícia.

Bastante incomodada Tícia como que num ato reflexo, saiu correndo e foi para o banheiro lavar com o chuveirinho. E o Maridão desesperado foi atrás.

Depois de bem hidratado com a água do chuveirinho, o REDOXON começou a borbulhar com toda sua intensidade e Tícia berrando para o Maridão: “Tira! Tira! Tá me queimando!!! “

E ele só conseguia ver as bolhinhas saindo: “Não to achando.”

Terminada a medicação, Tícia ficou toda queimada e fora da área de serviço por mais de uma semana.

Não pegou nenhuma gripe, mas aconselha a não trocar a medicação.

Nota: Depois de saber do episódio acima, Mévia, uma grande amiga de Tícia, fez o teste da efervescencia com meio SONRISAL e afirma que é tudo de bom. Ninguém até hoje deve coragem de testar o comprimido inteiro.

**Segundo o especilista em casamento, Johny, a grande crise dos 7 anos de casamento ocorre porque todos os eletrodomésticos começam a pifar.

****Os livros acima mencionados são todos da Ediouro Editora, e seus autores são respectivamente: Olivia St. Claire, Margot Saint-Loup e James Petersen.

Salvação para as futuras gerações

21 jan

Eu aqui cheia de desesperança quanto existência de homens para as futuras gerações, mas esqueci que tive honra de viver um grande ato de cavalheirismo nos últimos tempos.

Miguel, hoje um moço de cinco anos de idade, quando ainda tinha quatro aninhos, foi me buscar em casa com sua mãe e enquanto me aguardava no carro pergunta:

– Mãe, a Tia Ju é criança?

A mãe:

– Não Miguel.

Ele pensa, pensa, pensa e conclui:

– Mas ela também não é adulta né? Já sei, ela é média.

Depois disso, cheguei no carro fiquei sabendo da minha classificação(MÉDIA) e fomos para a casa deles almoçar.

Antes do almoço eu fui lavar minhas mãos, ele me acompanhou até o banheiro, pegou uma escadinha e colocou na frente da pia e disse:

– Sobe aqui pra você alcançar.

WWW.ATELIERISAURAMARIA.ELO7.COM.BR

 

 

Os Exóticos

19 jan

Já que falamos tanto pinto do Conraddo e do Vampeta, vamos falar um pouco dos formatos não convencionais.

O primeiro, já contado na história do porta-malas, foi o super mini de uma Caia, que explica que faltava pelo menos dois dedinhos para poder ser classificado como tamanho “p”.

Mas ela garante que o Gato se esforçava bastante para compensar o tamanho e que o saldo final era bom.

Até hoje ela tem a teoria de que os menores são os mais esforçados.

O dono do segundo exótico,também  já foi contado aqui. E não é que o Quarentão Peruquento, fã de Sandy & Júnior, ainda tinha o brinquedinho em formato de angulo reto?! Em noventa graus.

Assim que postei a história, Tícia me ligou indignada: “você esqueceu de mencionar a maior característica dele!!”

Pronto! Correção feita. Eis a maior característica dele…

O terceiro prêmio vai pro Torinha. É o “Baby” da minha amiga Mévia. Pequeno mas fortinho, uma torinha, como ela define. “Mas o importante é que ele faz amor… eu nunca tinha feito isso, só sexo selvagem.”

E o quarto prêmio Exótico, se tivesse que ser entregue ao som de uma música seria o Hino Nacional.

Ele pertence a um legítimo integrante das Forças Armadas. Minha amiga Tícia conta que a primeira vez que foi apresentada ao “armamento” quase perdeu a concentração, pois o seu dono, numa atitude rômantica, sensual ou coisa assim, ia tirando cada peça de roupa dela e deixando esticadinha numa prateleira. Isso que é disciplina!!!

E a parte exótica do equipamento, ela não sabe dizer se é natural ou se é alguma espécie de saudação militar, mas a ponta dele é virada para o lado direito. Segundo ela: “ele é tão militar que até o pinto dele bate continência!”

Só para o seu conhecimento Tícia, segundo a informações do site da revista SUPERINTERESSANTE: A saudação militar conhecida como “bater continência” surgiu na Idade Média: era um sinal de respeito na presença dos soberanos.

 

Conraddo

17 jan

Em homenagem aos 9 anos de formadas que estamos completando exatamente hoje (fui conferir no diploma), vou contar um episódio do tempo da facul.

Nossa turma formou uma vasta biodiversidade de loucas, que hoje são mulheres maravilhosas e profissionais exemplares do universo jurídico.

A faculdade é, sem dúvida, uma fonte inesgotável de conhecimento e cultura.

A minha fonte de conhecimentos jurídicos e de muitas outras pessoas da minha turma sempre vieram dos cadernos xerocados de uma pessoa que hoje muito me orgulha de ser leitora do blog. Enquanto eu tentava escrever lutando contra um sono terrível que me acometia durante a falação sem fim dos professores, ela anotava quase que em sistema de taquigrafia, sem perder uma só palavrinha que era dita.

O caderno dela sempre foi o melhor e para não ser mais vítima da minha própria avaliação-comparativa-negativa, nunca mais anotei nenhuma aula.

Em razão disso passei a usufrir de outras fontes de cultura que transitavam pela nossa turma. Não sei de onde vinham, mas durantes as aulas a gente lia, dentre outros livros (não jurídicos, óbvio) as revistas do mês que passavam de uma carteira a outra: Veja, Época, Nova, Cláudia, Playboy, VIP. E como toda turma de direito que se preze, aplicando-se o princípio da igualdade dos sexos, um belo dia passou a integrar o nosso acervo a revista G-Magazine.

A primeira delas lembro que tinha o Vampeta na capa e logo depois das fotos enormeeess dele, vinha, todo “humilhadinho”, o ícone do rock brasileiro Roger, do Ultrage a Rigor. Achei uma sacanagem, uma falta de respeito enorme, colocarem ele todo pitchuquinho, logo depois do Vampeta! Imperdoável!!

Feitos os meus protestos, acompanhamos todas as demais edições até o último mês de Aula. Terminada a faculdade o acesso a cultura diminui, e hoje nem sei se essa revista ainda existe.

Dentre as saudosas edições da G-Magazine que passaram por nós, teve também a do marido da Paquita Sorvetão, o Conraddo.

Logo depois dessa edição, Caia, viajando com seu namorado (hoje atual marido), se depara com o próprio no aeroporto.

Discreta, não teve dúvidas, começou a berrar no meio do aeroporto:

– Conrado! Conrado!

Ele, felizão por ter sido reconhecido, olha pra ela sorrindo.

E ela, ainda berrando, conclui:

Eu vi seu PINTO na revista!

Capitão Nascimento – e o fetiche continua…

16 jan

Mévia retardatária do Tropa Elite 2, resolveu finalmente conhecer a desenvoltura do nosso sex symbol mor, na patente de coronel, há duas semanas atrás.

Estratégicamente, esperou o momento em que a maioria da população brasileira já tinha visto o filme, para pegar o cinema vazio. E exercendo a sua sociofobia, foi sozinha.

Mévia é linda, inteligente, uma pessoa delicada, de hábitos requintados, pele alva, cheia de qualidades, mas dentre todas elas não encontramos a pontualidade. E em razão disso quando chegou, tranquilamente, ao cinema o filme já havia começado.

A sala estava num breu total e o lanterninha a ajudou a achar um lugar no fundo da sala do cinema.

Mévia percebeu que havia algumas poucas pessoas mais a frente e uma pessoa atrás.

Nem certo momento, essa pessoa que estava sentada atrás de Mévia, um HOMEM, se levantou para atender o celular e quando retornou sentou exatamente ao lado dela.

Mévia estranhou, pois com o cinema todo vazio, não fazia sentindo se sentar um estranho ao lado de outro.

Desconfiada, Mévia tira seu celular da bolsa para dar uma iluminada no local e vê de canto de olho o Moço ao seu lado, com a mão dentro da calça, praticando o auto-sexo ao som dos gritos do Coronel Nascimento.

Diante da cena violentíssima, como Mévia não é do BOP, horrorizada, pediu pra sair.

Disponibilidade do Mercado

13 jan

Gente, além do mercado de homens estar escasso, os disponíveis no mercado nem sempre dá pra encarar.

Tícia, depois de muito tempo sem ninguém acabou conhecendo, por indicação, um Alvo.

Não era bonito, mas ela já tinha encarado piores. Mais velho, quase 40 anos, bom papo, morava em São Paulo, um médico bem sucedido, cabelo impecável, parecia macio (ela nunca pode tocar). 

Depois de algumas ponte-aéreas começaram a namorar.

Num belo final de semana ensolarado, Tícia levou o Namorado para um final de semana familiar a beira da piscina. Apesar de sua seriedade, o Namorado se divertiu muito, chegou até a curtir a piscina, mas não molhou os cabelos.

No final da tarde, Tícia e alguns familiares foram levar o Namorado para um passeio de carro pela cidade.

O Namorado foi dirigindo seu carro importado, Tícia ao lado, e banco de trás com lotação máxima de familiares de Tícia.

No meio do passeio, o Namorado lembra de um CD MARAVILHOSO que ele tinha acabado de comprar, pede para a cunhada que estava no banco trás para que passasse o case de CD’s.

Procura ancioso no meio dos outros CD’s, e SORRI quando encontra. Todos anciosos no carro e eis que começa tocar SANDY E JÚNIOR – CD 4 ESTAÇÕES.

Tícia ficou esperando o momento em que ele ia anunciar a pegadinha, mas ele começou a cantar ALUCINADO todas as músicas.

No banco de trás, TODOS, sufocando, quase sem ar, de tanto segurar o riso.

Logo depois desse episódio vexatório, Tícia terminou o namoro, mas até hoje os familiares contabilizam no currículo de Tícia o namoro com o peruquento ultra/mega fã de Sandy & Júnior.

**Nota: O namoro acabou sem que Tícia tivesse tocado uma só vez nos cabelos impecáveis dele. E ele nunca chegou a confessar que usava peruca.