Arquivo | novembro, 2010

Projeto de Lei para Garantir a Dignidade das Mulheres

29 nov

Pessoal, na minha condição de brasileira fundamentalista, não tenho como não me deixar influenciar pelos fatos recentes que estão acontecendo em nosso pais. Então, o assunto de hoje, embora não tenha nada a ver com guerra entre o Estado e o mundo do tráfico, tem tudo a ver com ele…

Como todos puderam acompanhar nos noticiários, ao que parece as ordens para os ataques ao Rio de Janeiro foram dadas por presos que estavam cumprindo pena no presídio de segurança máxima de Catanduvas-PR, em REGIME DISCIPLINAR DIFERENCIADO – RDD. No RDD o preso é mantido isolado, em cela individual, sem nenhum contato com o mundo externo (proibido TV, jornais etc). Eles têm direito apenas ao banho de sol de 2 horas por dia, visita de familiares monitorada e restrita, e 1 visita íntima por mês

Num curso que eu fiz há um ano atrás sobre inovações processuais, o professor de processo penal explicou que apesar de todas as restrições que se aplicam ao RRD, o direito às visitas íntimas foi garantido, com base em um estudo onde se descobriu que AS PESSOAS EM GERAL PRECISAM DE SEXO PELO MENOS UMA VEZ POR MÊS, e que a restrição a esse direito fere o PRINCÍPIO DA DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA.  

Ao ouvir isso, pensei imediatamente em todas pessoas cumpridoras de todas as regras sociais, cidadãs de bem, que estão livres e não tem o seu direito mensal ao sexo garantido pelo Estado.

Gente, conheço mulheres casadas que não recebem visitas íntima de seus próprios maridos todos os meses. Onde fica a dignidades delas?

Minha amiga Caia, solteira, só tem DIGNIDADE uma vez por ano. E Mévia, também solteira, perdeu sua DIGNIDADE há mais de 3 anos e não tem nenhuma perspectiva de recuperá-la tão cedo. E não se tratam de Mulheres feias não, são lindas, inteligentes, apenas um pouco seletivas e vítimas de um mercado saturado e um tanto desqualificado.

Pensando em todas elas e fazendo uso do meu talento para a política, estou elaborando um projeto de lei, onde o Estado, na condição de  garantidor da Dignidade da Pessoa Humana, estabelecido pelo artigo 1º da nossa Constituição, deverá assegurar o exercício do direito mensal ao sexo, às mulheres que não o podem exercer por seus próprios meios.

Em meu projeto de lei, o Estado deverá oferecer servidores para atuar como uma espécie de agente comunitário, que prestarão esse serviço digno, mensalmente, às mulheres devidamente cadastradas. E para não onerar a máquina administrativa, sugiro que sejam cedidos servidores capacitados, de órgãos já consolidados, tais como: corpo bombeiros, fuzeiros navais, brigada paraquedista, força aérea, pessoal do BOP, agentes da polícia federal de elite e outras classes de fardados. E ainda, para aquelas que possam ter algum tipo de trauma dos milicos em geral, pensei também na inclusão de alguns agentes dos correios e alguns particulares convocados temporariamente, nas mesmas condições dos mesários das eleições, atendendo assim todas as necessidades das cidadãs usuárias dos serviços públicos. Que tal?

Lembrando que como se trata de serviço público, deverá ser exercido respeitando-se todos os princípios inerentes à administração pública, inclusive o da EFICIÊNCIA.

Nasci ou não pra política?

 

 

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Louca do Gênero Divorciada

23 nov

Tá, eu sei que já passou, mas como homem nunca acerta as datas comemorativas, tudo bem… dia 19/11 foi  DIA INTERNACIONAL DO HOMEM.

Então, em homenagem a ELES, que ficam na moita, mas acompanham religiosamente as nossas histórias; para aqueles que são os meus maiores incentivadores para a criação e manutenção do blog e ao pessoal da minha assistência técnica bloguistica (todos homens, e acho por isso que o layout nunca vai ser pink), enfim, por aqueles que suportam as nossas DELICIOSAS NEUROSES FEMININAS, vamos excepcionalmente contar a história de um Tício:

Tício, acabando de entrar na universidade, no auge dos seus vinte anos de idade decidiu que já era um homem maduro e buscava uma mulher do mesmo nível intelectual. Eis que conheceu Mévia, dez anos mais velha, uma balzaquiana bonita, corpo escultural, estável profissionalmente e divorciada.

Ela era de fato o que Tício buscava, inteligente, madura, EQUILIBRADA. A conversa entre os dois fluia muito bem e a química era tanta, que a diferença de idade para eles nunca existiu.

Depois do divórcio Mévia voltou a morar na casa dos pais, que era a verdadeira casa da sogra, sempre cheia, com muita comida e com um constante entra e sai de pessoas. Os irmão de Mévia que já não moravam lá, sempre apareciam com amigos para festas, churrascos e afins.

Numa certa tarde, de um raro final de semana ensolarado em Curitiba,  Tício e Mévia estavam em casa (na casa da sogra) se preparando para sair, eis que chegam os irmãos de Mévia com muitos amigos, e dentre eles, para surpresa de Tício, o EX MARIDO DE MÉVIA.

Tício não sabia que seus cunhados eram amigos dele e também não tinha noção dos efeitos que a presença do ex marido causava em Mévia.

Depois da chegada do EX, Mévia ficou absolutamente surtada, não falou nenhuma palavra, não se moveu, mas seu olhar fazia Tício sentir vontade de fugir pra sempre. Só que como estava com muito, MUITO medo dela, Tício ficou ali, parado, só olhando, e não ousou nem respirar.

Em meia hora o churrasco começou a rolar solto nos fundos da casa da sogra e Mévia continuava no mesmo estado letárgico, apenas disseminando o pavor pelo olhar.

Quando as lágrimas de medo já estavam quase começando a correr dos olhos de Tício, Mévia puxa ele pela mão e sem dizer nenhuma palavra, leva ele para seu quarto.

A janela do quarto de Mévia dava para o local onde a festa estava rolando. Tício via através da cortina fina as pessoas passando e ouvia perfeitamente todos os sons entorno. Mévia tranca a porta, o que deixa Tício mais apavorado, e num ato insano, começa a jogar várias coisas de seu armário até tirar uma caixa grande.

Mévia abre a caixa e tira dela seu vestido de noiva, estica ele cuidadosamente em cima da cama, joga  Tício em cima do vestido e abusa dele ali, loucamente (em todos os sentidos da palavra), usando o vestido de noiva como lençol…

Tício me contou esse fato com intuito terapeutico de dividir o trauma de aos 20 anos de idade ter sido abusado por uma mulher, que ele mesmo classifica de interessantíssima, que usava um vestido de noiva como lençol, e tinha como trilha sonora a voz do ex marido que se divertia num churrasco.

Sinceramente… eu não percebi o sofrimento em seu semblante. E pelo que ele mesmo conta, até o final do namoro passou muitas tardes na casa da sogra esperando o Ex Marido de Mévia voltar, mas infelizmente, diz ele, foi só aquela vez.

 

 

 

 

As 5 Melhores

22 nov

Ainda sobre profissões que demonstram virilidade capazes de despertar o fetiche feminino, além do comentário deixado aqui no blog, sobre um fetiche inspirador do Capitão Nascimento berrando: “Pede pra sair! Pede pra sair!”, temos outras malucas em 5 situações pitorescas, que classifiquei da menos patológica para a mais tarja preta:

  • 5º Lugar: Minha amiga Caia, linda, profissional muito bem sucedida, mulher de atitude, sempre soube o que queria e onde ia chegar. Em certa ocasião ela quis, por uma noite, o moço que trabavalha na banquinha da rua XV. Detalhe ele esqueceu a jaqueta no carro dela e ela queria que eu fosse entregar. Cada um com seus problemas né… se dependia só de mim ele deve ter congelado no frio curitibano.
  • 4º Lugar: Essa Garota eu conheci numa balada, ela estava com a mãe e quando passei por elas, as duas estavam  discutindo muito. Ai a Garota vira pra mim e diz: “minha mãe quer me obrigar a ficar com ele.” E me apontou um cara lindíssimo, que estava dando muita moral pra ela. E eu perguntei: “Qual o problema, ele é lindo?” E ela: Eu só gosto de homens com mais de 100 quilos e ele não deve ter nem 80 kg.”
  • 3º Lugar: Tícia, se apaixonou loucamente por uma pessoa que devido as características físicas era conhecido por o Homem Alaranjado. Gente!!! virou patológico, só a terapia amenizou os efeitos da paixão.
  • 2º Lugar: Caia II: uma quarentona que só gosta de meninos bem mais novos. Também podemos classificá-la como Louca da classe Suzanavieira. Ela justifica sua preferência dizendo que: “Os homens mais velhos (com mais de 25) têm xixi concentrado e falam jargão, do tipo:  pavê ou pácumê?”
  • 1º Lugar: Mévia! Estávamos numa reunião de amigas,  onde todas estavam relembrando seu passado trash, eis que Mévia faz a seguinte revelação: “a minha primeira vez foi com um amolador de serra elétrica.”

Sem dúvidas Mévia é a campeã. Ter a primeira vez com o Jason é imbatível!!

Onde as mulheres encontram testosterona?

18 nov

Gente, vocês nem sabem o alvoroço feminino que causou a presença de um bombeiro nas nossas histórias. Fora os depoimentos publicados aqui, tiveram muitas manifestações em “off”, sobre a confiança feminina no potencial da corporação, para além do âmbito profissional.

Mas como já diz o nome do blog, existem LOUCAS DE TODOS GÊNEROS, com preferências para todas as classes profissionais (incluindo-se estagiários e menorez aprendizes de todas as áreas).

Tem mulher que gosta dos trabalhadores provenientes dos cursos universitários como psicólogos, dentistas, advogados, médicos, engenheiros,  publicitários, administradores, veterinários etc.

Mas há também uma segunda corrente de Mulheres, que entende que quanto menor o grau de instrução, maior o potêncial masculino. E seguindo essa corrente tenho um relato de um amigo sobre seu encontro romântico com Caia:

Meu Amigo é heterosexual, o que por si só, nos dias de hoje,  já o torna um ótimo partido. Mas além DISSO TUDO, é bonitão, educado, se veste bem, é cheiroso, tem nível superior e trabalha num lugar bacana.

Se valendo de todas essas suas qualificações convidou Caia para jantar, certo de que ela já estava na sua. Mas para garantir, a levou num bom restaurante, onde comeram um prato sofisticado, tomaram um bom vinho e papo rolou da melhor maneira possível, ele até a fez rir. Depois pagou a conta e quando estavam saindo do restaurante, como uma tradicional noite Curitibana, começou a chover, e ele, imediatamente, cobriu a cabeça dela com sua blusa, para não estragar a chapinha. Fez tudo perfeitinho, mas mesmo assim, Caia não deu nenhuma moral.

A noite já estava péssima para ele, eis que para ajudar, fura o pneu do carro.

Enquanto a donzela ficou sentadinha, impecável, esperando no banco do passageiro, o gatão foi obrigado a sair para trocar o pneu, na chuva.

Depois de 40 minutos desempenhando a função masculina número 2 da noite (a primeira foi pagar a conta), entrou no carro, muito puto, molhado e todo sujo.

Caia, depois de ter passado a noite toda ignorando as investidas do bonitão, ao se deparar com a visão do mais puro testosterona solidificado na sua frente, não teve dúvidas, pulou em cima do banco dele o beijou todo imundo, antes mesmo dele ter dado a partida no carro.

Hoje meu Amigo está juntando todas as suas economias para montar sua oficina, onde vai trabalhar como  mecânico, e deixar seu diploma universitário pendurado num lugar especial, ao lado do calendário da Pirelli.

 

O que é um bom marido?

15 nov

Gente, embora não tenha incluído novas histórias no feriado, vocês podem perceber que dediquei todo meu empenho nos aprendizados técnicos, para atender aos pedidos de algumas leitoras aflitas e mudar o layout do blog. Ainda não é o definitivo, mas já troquei o azul “vera fisher” pelo rosa tão solicitado. Não sei se ficou bom, mas estou muito orgulhosa dos meus avanços técnicos. 😀

E para comemorar o feriado de 15/11, vou contar um “causo” que aconteceu há exatos 2 anos atrás.

Eu e Mévia passamos o feriado no litoral de São Paulo, e para volta arranjei uma carona arregadíssima com um amigo que estava voltando de carro, do interior de São Paulo, para onde tinha ido com seu irmão, visitar familiares.

Encontramos os rapazes num Shopping da capital, carregamos o porta malas do carro com toda nossa bagagem feminina, que óbvio, incluía as sacolas pretas de compras da “March 25th Street”. E partimos, todos felizes com muitos lanchinhos que dariam para uma viagem de 03 dias.

Já início da viagem enquanto degustavamos o primeiro pacote de Doritos Nachos, ficamos sabendo que o Irmão do Amigo, que tínhamos acabado de conhecer, era um legítimo representante da instituição mais confiável do Brasil, no quesito profissões (segundo as últimas pesquisas do IBOPE), ele era BOMBEIRO. Não bastasse toda essa confiabilidade inerente ao cargo de salvador de pessoas em perigo, ele era um senhor distinto, casado, bom pai, cozinhava, realizava atividades domésticas e era evangélico.

Passadas as primeiras duas horas de viagem, e mais 3 pacotes de salgadinhos, a conversa no carro fluia sobre pessoas em comum (minha, de Mévia e do Amigo), eis que Mévia comenta que encontrou uma certa colega nossa, que havia se casado e que estava feliz, pois o escolhido era um bom marido.

O Bombeiro, que dirigia o veículo, e até então não havia se manifestado, certo de que diante de todas as suas qualidades, estava também incluído no rol dos bons maridos, interrompe  a conversa e pergunta para Mévia:

– “O que é um bom marido pra você?”

Mévia degustando seu segundo pacote de ruffles churrasco, responde sem titubiar:

“Ahhh, é o homem que me faz gozar”.

Depois dessa resposta, fez-se um silêncio mortal, e a ala masculina do veículo não mais se manifestou, até chegarmos ao fim da viagem, quando foram obrigados a se despedir.

E nós, ficamos sem saber se os bombeiros são também bons maridos. Agora precisamos de uma pesquisa IBOPE, para saber em qual categoria profissional se encontram os bons maridos.

 

Desgraça pouca é bobagem…

10 nov

Mévia estava realizada por ter conseguido um novo estágio em um órgão público, onde ia ganhar o DOBRO de seu salário, o que significava um salário mínimo INTEIRO. Tinha certeza de que começava uma nova fase em sua vida, onde só coisas maravilhosas iriam acontecer.

No local, trabalhavam muitas pessoas, estagiários e funcionários da área jurídica e de outras áreas também.

Mévia atendia o público e seu trabalho era cadastrar diversos tipos de reclamações. A fila de atendimento era sempre enorme, e Mévia mal tinha tempo de conversar com seus colegas das “baias” vizinhas.

A pessoa com quem tinha mais contato era o Garoto da informática, que sempre a socorria quando o computador travava. E todas as vezes que isso acontecia ele vinha todo cheio de gracinhas pra cima dela.

O Garoto era alto, bonito, encorpadinho e por dominar um mundo desconhecido para Mévia, o computador, chegava a ser um homem interessante.

Depois de quase dois meses de trabalho juntos, o Garoto contou a Mévia que seu contrato de trabalho estava encerrando e que em breve ele iria sair. Em seu último dia de trabalho, enquanto conversavam em um lugar reservado, durante o intervalo de 15 minutos, o Garoto tacou Mévia na parede e a beijou. Mévia se sentiu o máximo, pois com seus 22 anos de idade, até então não tinha conhecido ninguém assim, tão homem e com tanta atitude.

Na semana seguinte o Garoto voltou ao trabalho de Mévia e a convenceu a sair mais cedo. Decidiram ir a um shopping e para chegar lá precisavam pegar o ônibus Expresso, o Vermelhão (a versão anterior ao bi-articulado). Ficaram parados na parte sanfonada do veículo, eis que, numa curva, a pastinha da faculdade de Mévia, com todo seu material, cai no buraco da articulação do ônibus. Para resgatar a pastinha o casal andou 1 hora e meia até o terminal mais próximo, quando o motorista pode parar abrir o “alçapão” onde estava a pasta caída.

modelo do ônibus expresso

parte sanfonada

Como a essa altura estavam perto da casa do Garoto, ele levou Mévia para lá. Chegando em casa, o Garoto tirou o par de cortunos que Mévia usava e em menos de 20 minutos, desde que haviam chegado, ouvem um barulho na porta. O Garoto leva Mévia para o seu quarto, enquanto tenta fazer a mãe, que acabava de chegar, sair de casa.

A mãe, diante da insistência do Garoto para que ela saísse, notou que tinha algo errado e se dirigiu imediatamente para o quarto do Garoto e encontrou Mévia sentada, atrás porta, com os coturnos na mão.

Mévia foi embora depois de ouvir uma palestra de 40 minutos onde foram abordados os temas: respeito, família, pouca vergonha e outros que se nega a repetir.

Semanas depois do ocorrido, Mévia estava passando pela sala de sua chefe, quando ouviu uma conversa curitosa entre ela e outro estagiário. Eles estavam rindo muito e falavam sobre o dia em que o Garoto tentou estacionar o carro da chefe e quase bateu.

Mévia, intrigada, entrou na sala, se meteu no assunto e perguntou: “Por que?  O Garoto não sabe dirigir?”

O estagiário virou para ela e disse: “Lógico que não Mévia! Ele acabou de fazer 15 anos?”

Mévia, em estado de choque, perguntou: “Como assim? Ele não faz faculdade? Ele não era estagiário de informática?

A Chefe: “Não, ele era menor aprendiz.”  

Onde Comprar?

9 nov

Pessoal, vamos utilizar as experiências alheias para aprendermos onde é o  lugar certo para se encontrar determinados produtos.

Caia e Mévia precisavam comprar uma fantasia para o chá de lingerie de uma amiga. E para cumprir a missão, pela primeira vez,  foram a um sex shop.

Diante de tantos objetos desconhecidos o que mais lhes chamou a atenção na estante foi um produto de borracha, amarelo, em forma de chapinha de garrafa de vidro, que tinha mais ou menos a dimensão de um palmo.

Pensaram… pensaram… tentaram imaginar… e ao que parecia aquele objeto não se encaixava em lugar nenhum (não se tem a impressão de que os objetos de sex shop são do tipo lego, que servem para se encaixar?).

Morrendo de curiosidade chamaram o vendedor e perguntaram: “Moço, pra que serve isso?”

E o moço: “Para abrir garrafas!”

Então pessoal, quem precisar de um abridor de garrafas, dirija-se ao sex shop mais próximo.